terça-feira, 6 de julho de 2010

Trabalhando Poesia

Modelos de atividades com Poesias.

ACRÓSTICOS


Verdes
Iguais
Desejamos
Amar

M ais que a minha própria vida
A lém do que eu sonhei pra mim
R aio de luz
I nspiração
A mor você é assim


R ima dos versos que eu canto
I menso amor que eu falo tanto
T udo pra mim
A mo você assim


M eu coração
E ternamente
U m dia eu te entreguei


A mo você
M ais do que tudo eu sei
O sol
R aiou pra mim quando eu te encontrei



POETRIX

S

A

U

D

A

D

E eu aqui // sentindo // sentida.



LETRAS PARA RIMAR

Paulo
Pimenta
Pereira
Poeta
Paulista
Plantava
Pera
Porém, cansou e parou.



CONTINUE RIMANDO...

1-Uma cegonha
Lá no alto da _______________
Um passarinho
Que estava no ______________
Uma galinha
Que entrou na ______________
Um pintinho
Todo _____________________
Uma velhinha
Que segurava uma ___________
Um carrinho
Que estava andando __________
Uma sardinha
Que estava na _______________



2-Para mim, não tem futuro
Quem usa óculos escuros.

Para mim, não faz sentido...

Para mim, é uma besteira...

Para mim, é falta de fé...

Para mim, é atrevimento...



3 – Quem vai a feira
Perde a ___________
Quem vai ______________
Perde o dinheiro.
Quem vai ao banco
Perde o _______________
Quem sai ao _____________
Perde o acento.



EU VI...

Eu vi um pássaro
O pássaro viu uma onça
A onça viu um jacaré
O jacaré viu uma anta
A anta viu uma galinha
A galinha viu uma minhoca
Comeu-a e foi embora de lá.

COLOCANDO EM PRÁTICA


Faça um acróstico o seu nome.

Experimente fazer um poetrix.


Invente o seu poema.

Eu vi...


Brinque de rimar.
Para mim, não tem futuro
Quem usa óculos escuros.
Para mim, não faz sentido,
_______________________________________
Para mim, é uma besteira,
_______________________________________
Para mim, é falta de fé,
______________________________________
Para mim, é atrevimento,
_______________________________________



Letra para rimar.

M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________
M___________________________

Componha uma poesia de 2 estrofes com 2 versos cada.

Temas: Família, Comida, Escola



Mais dicas de Poemas para você pesquisar e brincar a vontade com os alunos.
 
• A arca de Noé
•São Francisco
•Natal
•O girassol
•O relógio
•O pingüim
•O elefantinho
•A porta
•O leão
•O pato
•A cachorrinha
• A galinha - d'angola
• O peru
• O gato
• As borboletas
• O marimbondo
• As abelhas
• A foca
• O mosquito
• A casa
• Meninos carvoeiros
• Canto de regresso à pátria
• Meu Cachorro
• Quando eu nasci
• O Livro
• O Bicho-Papão
• O COELHO
• Por Favor!
• Ser Criança
• Meus brinquedos
• O vizinho do lado.
• O PESADELO
• Eu e a música
• Pardalzinho
• A boneca
• Dia de Festa
• Pintassilgo
• A Caminhada
• O MEDO DO MENINO
• TEM TUDO A VER
• Caixa Mágica de Surpresa
• GRILO GRILADO
• GATO DA CHINA
• As meninas
• A FOCA
• Hiroxima.
• Etc...


Não postei as poesias acima, no entanto, são todas muito fáceis de serem encontradas.
Bom trabalho.
Abraços,

Mais poemas para a sua sala de aula

São dicas que já usei em sala e as crianças gostaram muito.
TREM DE FERRO


MANUEL BANDEIRA
Café com pão
Café com pão
Café com pão

Virgem Maria que foi isto maquinista?

Agora sim
Café com pão
Agora sim
Café com pão
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso

Muita força

Muita força

Muita força

Oô..

Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pato
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
Que vontade
De cantar!

Oô...

Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficia

Ôo...

Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede

Ôo...

Vou mimbora voou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri

Ôo...

Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo

Pouca gente

Pouca gente

Pouca gente...


QUADRILHA

Carlos Drummond de Andrade
João amava Tereza que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Tereza para o convento,
 Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.


O Bicho-Papão

Rosa Clement
Será que alguém já viu
se o tal bicho-papão
tem cara de bolacha
ou tem cara de pão?

Será que ele aparece
na forma de um balão,
se estica pela brecha
e aguarda no colchão?

E quando chega a noite
em plena escuridão
vai embaixo da cama
virar o comilão?

Será que seu cardápio
varia a refeição?
Terá raposa, lobo,
ou só frango e leitão?

Será que sua voz
tem rugido de leão?
ou será que ele chama
cantando uma canção?

Adultos me respondam
a última questão.
Quem será que inventou
esse bicho-papão?


O BURACO DO TATU

Sérgio Capparelli
O tatu cava um buraco
a procura de uma lebre,
quando sai pra se coçar,
já está em Porto Alegre.

O tatu cava um buraco,
e fura a terra com gana,
quando sai pra respirar
já está em Copacabana.

O tatu cava um buraco
e retira a terra aos montes,
quando sai pra beber água
já está em Belo Horizonte.

O tatu cava um buraco,
dia e noite, noite e dia,
quando sai pra descansar,
já está lá na Bahia.

O tatu cava um buraco,
tira terra, muita terra,
quando sai por falta de ar,
já está na Inglaterra.

O tatu cava um buraco
e some dentro do chão,
quando sai pra respirar,
já está lá no Japão.

O tatu cava um buraco
com as garras muito fortes,
quando quer se refrescar
já está no Pólo Norte.

O tatu cava um buraco
um buraco muito fundo,
quando sai pra descansar
já está no fim do mundo.

O tatu cava um buraco
perde o fôlego, geme, sua,
quando quer voltar atrás,
leva um susto, está na lua.



Pardalzinho

Manuel Bandeira
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!


BRINCANDO DE NÃO ME TOQUE


Elias José
Não me olhe de lado
que eu não sou melado.
Não me olhe de banda
que eu não sou malandra.
Não me olhe de frente
que eu não sou parente.
Não me olhe de trás
que eu não sou rapaz.
Não me olhe no meio
que eu não sou recheio.
Não me olhe na janela
que eu não sou panela.
Não me olhe da porta
que eu não sou torta.
Não me olhe do portão
que eu não sou ___________.
Não me olhe no olho
que eu não sou ___________.
Não me olhe na mão
que eu não sou ___________.
Não me olhe no joelho
que eu não sou ___________.
Não me olhe no pé
que eu não sou ___________.
Não me olhe de baixo
que eu não sou ___________.
Não me olhe de cima
que acabou a ____________.

DO AMOROSO ESQUECIMENTO

Mário Quintana
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?


O bicho

Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.

Espero que estas poesias possam ajudar você em sua sala de aula.
Beijos...
Jan

GÊNERO TEXTUAL "POEMA II"

Dicas de Poemas para você trabalhar em sala


A CASA

Vinícius de Moraes
Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.


A MINHOCA


Elias José
A minhoca sai da toca
e se estica e se enrosca.
O pescador quer pegar
a pobre da minhoca.
A galinha quer comer
a saborosa minhoca.
O moleque quer espremer
pra separar terra e minhoca.
A minhoca ,que não é tonta ,
logo se estica e se enrola.
A terra enterra a minhoca
e ninguém viu a sua toca.
Lá de sua toca,toda torna,
torce de rir a levada minhoca.



LEILÃO DE JARDIM

Cecília Meireles
Quem me compra um jardim com flores?
borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis
nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro e a hera,
ma estátua da Primavera?
Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?
(Este é meu leilão!)



RIMAS MALUCAS

Elias José
Cada macaco,
Com seu caco.
Cada galinha,
Com sua linha.
Cada vaca,
Com sua jaca.
Cada coelho,
Com seu espelho.
Cada gato,
Com seu rato.
Cada pato,
Com seu prato.
Cada marreco,
com seu eco.
Cada elefante,
Com seu turbante.
Cada leão,com seu jubão.
Cada peru,
Com seu gluglu.
Cada tucano,
Com o seu cano.



Inutilidades

José Paulo Paes.
Ninguém coça as costas da cadeira.
Ninguém chupa a manga da camisa.
O piano jamais abana a cauda.
Tem asa, porém não voa, a xícara.
De que serve o pé da mesa se não anda?
E a boca da calça se não fala nunca?
Nem sempre o botão está na sua casa.
O dente de alho não morde coisa alguma.
Ah! Se tratassem os cavalos do motor...
Ah! Se fosse até o circo o macaco do carro...
Então a menina dos olhos comeria
Até o bolo esportivo e bala de revólver.



A Língua de Nhem

Cecília Meireles
Havia uma velhinha
que andava aborrecida
pois dava a sua vida
para falar com alguém.

E estava sempre em casa
a boa velhinha
resmungando sozinha:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

O gato que dormia
no canto da cozinha
escutando a velhinha,
principiou também

a miar nessa língua
e se ela resmungava,
o gatinho a acompanhava:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

Depois veio o cachorro
da casa da vizinha,
pato, cabra e galinha
de cá, de lá, de além,

e todos aprenderam
a falar noite e dia
naquela melodia
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

De modo que a velhinha
que muito padecia
por não ter companhia
nem falar com ninguém,

ficou toda contente,
pois mal a boca abria
tudo lhe respondia:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...



Convite

José Paulo Paes
Poesia
é brincar com palavras
como se brinca
com bola, papagaio, pião.

Só que
bola, papagaio, pião
de tanto brincar
se gastam.

As palavras não:
quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam.

Como a água do rio
que é água sempre nova.
Como cada dia
que é sempre um novo dia.

Vamos brincar de poesia?



DA DISCRIÇÃO

Mário Quintana
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...


Raridade

José Paulo Paes.
A arara
é uma ave rara
pois o homem não pára
de ir ao mato caçá-la
para a pôr na sala
em cima de um poleiro
onde ela fica o dia inteiro
fazendo escarcéu
porque já não pode voar pelo céu.
E se o homem não pára
de caçar arara,
hoje uma ave rara,
ou a arara some
ou então muda seu nome
para arrara.





Pássaro Livre

Sidônio Muralha
Gaiola aberta.
Aberta a janela.
O pássaro desperta.
A vida é bela.

A vida é bela.
A vida é boa.

Voa, pássaro, voa.



Brincadeira de Crianças

Aline Vonzodas Garroux
Todo mundo brinca
Não importa sua raça.
Vem aqui comigo,
Senão não vai ter graça...

A gente brinca de pega-pega,
E também de pik-esconde,
Que tal de cobra-cega,
Vamos brincar aonde?

Boa idéia a sua,
No parque é muito bom.
Porque ela é branca
E ele é marrom?

Ora neném,
Cada um tem sua cor.
Veja você,
É um bem claro marrom...

Polícia e ladrão,
Elástico e corda,
Passa-anel e babalu,
A gente sempre recorda...

sábado, 3 de julho de 2010

Gênero Textual Poema

Dicas de como trabalhar  Poesias com crianças nas Séries Iniciais.


BAILARINA
Cecília Meireles

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

GÊNERO TEXTUAL: “POEMA”


Poema é uma obra de arte, em verso ou não, em que há poesia. As palavras são escolhidas pela sua beleza e som e arrumadas com cuidado. Existe uma diferença entre poema e poesia. O poema é o resultado concreto da arte da poesia.
Poesia é a manifestação do belo. É a habilidade de tornar algo poético. Se faz com versos, rimas e estrofes. É a expressão do belo. Ela está nas coisas e nos seres à espera de um olhar sensível.
Definição simples: Poema é um texto com rimas, versos e estrofes.
DEFINIÇÃO DE:
Versos - São as linhas do poema.
Estrofes- Nome dado a cada grupo de versos que compõem um poema.
Rimas – São palavras que combinam
Um poema pode ser:
Lírico(amor, morte, tempo, natureza) – Dramático(peças de teatro em forma de diálogo) – Épico (fatos heróicos) – Satírico (ridiculariza pessoas) – Pastoral (vida campestre) – Didático (visa transmitir ensinamentos práticos).
Formas como o poema pode ser escrito
Ode (estilo sóbrio, muitas vezes de homenagens).
Soneto (composição de 14 versos, com 2 quartetos e 2 tercetos)
Hino
Elegia (de tristeza ou luto)
Canção
Balada (composto de 3 oitavas e uma quadra e /ou uma quintilha)
Madrigal (confissão de amor com 2 ou 3 tercetos e 1 ou 2 dísticos)
Acrósticos (formas textuais onde a primeira letra de cada frase ou verso formam uma palavra ou frase. Podem ser simples, com frases ou palavras que não tenham ligação entre si, ou podem mesmo ser o encerramento de uma poesia.)
Trova (pensamentos ou emoção de 4 versos e 1 estrofe.
Cordel (poemas longos, utilizando vários formatos de estrofes, versos e rimas.
Poetrix ( é um poema rápido, criativo que diz o máximo com o mínimo. Simples, inovador e impactante.)

Metodologias

o Mural de Poemas – Fazer um levantamento sobre o que os alunos sabem ou conhecem. Pesquisar se a família sabe alguns versinhos, coletar tudo e expor na sala com a leitura de todos pelo professor e alunos. E que esse mural permaneça na sala por muito tempo, onde os alunos poderão colocar os versos que mais gostam(...) de qualquer época ou autor (...) são procedimentos que vão criando um ambiente em que o prazer de ler passa a tomar forma.
o Leitura silenciosa e oral de vários poemas. Visita à Biblioteca, Internet ou confecção de cartões com diversas formas de poesia.
o Ler para e com as crianças poesias apropriadas para a faixa etária delas. Expressando os sentimentos que aparecem no texto durante sua leitura, como medo, espanto, alegria, tristeza, humor.
o Transformação de poesias em jograis. Leitura em duplas. Por filas. Meninos. Meninas.
o Incentivar a declamação de poesias explorando os ritmos e a sonoridade que elas contêm
o Identificar as palavras que rimam, pensar em outras que terminem como aquelas;
o Dramatizações.
o Brincar com as palavras destacando as que mais chamaram a atenção dos alunos e inseri-las em novos versos ou frases
o Criar estrofes continuando o poema verbalmente e em conjunto.
o Representar através de desenhos e pinturas.
o Promova situações de escrita a partir de algumas poesias. Por exemplo: completar lacunas com as palavras que estiverem faltando, recortar e ordenar versos para formar a poesia, ou, ao contrário, palavras para formar o verso, escrita espontânea de títulos e exploração de rimas (terminação igual das palavras).
o Criar estrofes continuando o poema.
o Produção de acrósticos com os nomes e nomes de pessoas queridas dos alunos.
o Dança da Cadeira: Quem sair deverá fazer um acróstico com a palavra sorteada em caixinha.
o Estouro da Bexiga: Cada aluno receberá uma bexiga com uma palavra dentro. Será estourada uma a uma, e a medida que as mesmas forem sendo estouradas, o aluno fará uma rima ou um acróstico (depende da proposta do professor) com a sua palavra. Ex. lua, sol, amor (palavras pequenas).
o Aprendendo a rimar: O grupo em círculo. A professora entregará a uma das participantes uma caixa vazia e dirá; “O que você deseja que esteja dentro desta caixa?” A pessoa dirá o nome de alguma coisa e passará a caixa para a vizinha da esquerda. Esta pegará a caixa e terá que dizer o nome de uma coisa que rime com a palavra anterior. Passará à pessoa seguinte, e assim por diante. A palavra chave foi, por exemplo, “lata”, imediatamente, sem repetir vocábulos, outras vão sendo ditas: mata, ata, batata, pata, etc. Quem errar sai fora. A brincadeira continua com outras palavras, até que reste uma só pessoa, a qual levará o prêmio.
o Meu melhor amigo: Produzir uma poesia brincando com o amigo.
o Recortando poemas para que os alunos montem. O poema deverá ser lido umas 3 vezes pelo professor, para que os alunos tenham uma noção prévia.
o Organizar mostras dos trabalhos realizados pelos alunos
o Publicar poemas criados pelos participantes em jornais que circulam na cidade e Região, no Blog
o Montar um Livro de poesias dos alunos.
o Promover a visita de um poeta da cidade à sala para que o mesmo esteje falando sobre suas experiências e sonhos aos alunos.

O objetivo do trabalho com poesia então, não é o de formar poetas profissionais, pois são poucas as pessoas que nascem com este talento. O que se propõe é que as crianças não percam a poesia que nasce com todos nós.

Um abração,
Janderleia
Qualquer contribuição entre em contato.

25 de Agosto - Dia do Soldado

Comemorando o Dia do Soldado

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Desculpe-me...


Estou tentando melhorar o meu espaço, mas o tempo tem prejudicado-me.
Espero que este Cantinho  em breve esteje melhor. E que você encontre aqui pequenas idéias para enfeitar e encantar o seu dia-a-dia na sala de aula.

Beijos,

Janderleia

VAMOS NESSA BRASIL!!!

Desanimar...Jamais...Crer...Sempre!!!

Só fomos derrotados porque estávamos lá! Este fato já me consola. Quantos não gostariam de ter chegado à Africa e não conseguiram? Gostaria de estar sorrindo de felicidade pela vitória! Com certeza!!! No entanto, não deu. Mas quem entra numa competição sabe das duas possibilidades que enfrentarão e deve estar preparado para quando elas chegarem. VITÓRIA OU DERROTA.
2014 torceremos novamente!
Seremos tão ou mais apaixonados!
EU SOU BRASIL!!!

Um abração para todos o brasileiros que estão tristes e saudosos como eu.


NÃO DEIXE DE AMAR NUNCA
AME...AME...AME
AME A DEUS
AME A JESUS
AME A SUA FAMÍLIA
AME A SEUS AMIGOS
AME O BRASIL!


Oiiiieee!!!

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